Turma 9 4.º A

Turma 9 4.º A
"Olá,

Somos alunos da escola básica de Nogueira, no distrito e Concelho de Braga, da turma 5 do 3º ano.
A nossa turma tem vinte alunos, 8 meninas e 12 rapazes. Gostamos de pintar, investigar, aprender e divertir...
Queremos mostrar-vos o quanto são fascinantes as nossas aulas, expondo os nossos trabalhos, mostrando um pouco de nós e o que aprendemos".

Os alunos

O prazer de ler (poema)

"Para mim ler é sonhar
brincar e voar

Ler é entrar num mundo de fantasia
onde tudo é alegria!"

Mafalda

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Histórias de Natal...

Amigos, bem-vindos ao tempo de Natal =)*
Queremos partilhar convosco alguns trabalhos que temos vindo a desenvolver ao longo desta quadra natalícia.
Assim, no decorrer do estudo da obra "O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rodolfa", de Ana Saldanha, construímos vários textos sobre o Natal, onde incluímos diferentes personagens, que viveram várias aventuras.
Deliciem-se com estes nossos trabalhos....:)



O Natal com fantasia


O Pedro estava ansioso pelo Natal, era dia 29 de novembro. Ele foi com a mãe às compras comprar os enfeites de Natal. O Pedro olhou para um calendário de chocolates e disse:
- Mãe, dás-me aquele calendário de Natal, por favor?
- Humm, está bem deixa só eu ver quanto custa.
A mãe comprou o calendário e dirigiram-se para casa onde organizaram os enfeites.
Alguns dias depois, eles fizeram a árvore de Natal. A mãe, quando começaram a adorna-la, cantou:
-É Natal, é Natal...
O pai abriu a porta para ir buscar o azevinho e, de repente, apareceu o carteiro que disse:
- Tenho aqui uma encomenda para vocês.
O Pedro passou pelo pai a correr e apanhou a encomenda. Levou-a para dentro de casa, para verem todos juntos.
- Acho que a do pai e da mãe têm receitas! – tentou adivinhar o Pedro curioso.
- Que sorte, adivinhaste mesmo. - responde-lhe a mãe.
No dia 20 o Pedro fez a sua carta de Natal e pediu três coisas: um robô, um ipad e um peluche.
Chegando o dia 24 os pais foram dormir e o Pedro decidiu ficar na sala para ver o Pai Natal, mas adormeceu antes.
O Pai Natal chegou e deixou na árvore do Pedro 10 presentes. Despediu-se dizendo hohohoho muito alto, o que fez com que o Pedro acordasse. 
-Hum, ele sempre veio!! - referiu o Pedro, não conseguindo conter a sua alegria.

João Afonso Brito 


O Pai Natal trabalhador e a Rena Rodolfa

No Pólo Norte todos os anos, a poucos dias do Natal, acontece sempre a mesma coisa. O Pai Natal farta-se de trabalhar e a Rena Rodolfa sempre a descansar. O Pai Natal cansado de tanto trabalhar sozinho, resolveu tomar outra atitude.
- Rena Rodolfa, este Natal vais ter que me ajudar, ou então não comes durante um mês.
- Durante um mês? Mas,...Pai Natal!
- Não há mas nem meio mas. Estou velho para fazer tudo sozinho. Basta!
A rena vai a chorar para o seu quarto, nunca o Pai Natal tinha falado assim com ela, tão zangado!
Dava voltas à cabeça a pensar como havia de fazer, pois era tão preguiçosa que não lhe apetecia fazer nada.
De repente batem a porta… 
- Truz, truz, truz.
- Quem é? - Questionou a Rena.
- Sou eu, menina Rena, o carteiro Diamantino.
A Rena enxugou as lágrimas e abriu a porta.
- Olá Rodolfa, o Pai Natal mandou entregar-lhe as cartas para começar já a abri-las e fazer todos os brinquedos que os meninos pedem, pois faltam apenas quatro dias para o Natal.
A Rena Rodolfa não teve outra alternativa senão arregaçar as mangas e pôr mãos ao trabalho. Não podia ficar sem comer.
E assim se resolveu o problema do Pai Natal ter que fazer tudo sozinho sem a ajuda da Rena Rodolfa.
A partir daí ela ajudou o Pai Natal em todos os Natais.

Maria Jorge


O Pai Natal e as Renas preguiçosas

No dia 1 de dezembro, o Pai Natal nem parou 1 segundo, para conseguir abrir cartas e cartas e embrulhar presentes.
Os Duendes não paravam de trabalhar, nem para um pequeno descanso, porque o Pai Natal ralhava sempre com eles.
A Rena Rodolfa ia à biblioteca do Pai Natal buscar informações para saber se tinham presentes difíceis para as crianças. Se não tivessem, os Duendes construíam o que era preciso.
Quando chegou o dia 24 de dezembro, o Pai Natal aproximou-se do local em que as renas estavam para levantar voo, mas elas estavam todas a dormir. Ele tentou acorda-las, mas elas não se mexeram. Como o Pai Natal é mais esperto, pegou numa cana de pesca e pôs cenouras no anzol. As renas levantaram-se logo e foram distribuir prendas por todo o Mundo.

-Ho, Ho, Ho, Feliz Natal.

Rodrigo Carvalho

A Noite de Natal


Era noite de Natal, 24 de dezembro.
Toda a minha família se estava a divertir, uns a jogar jogos em conjunto, outros a cantar cânticos de Natal e outros, à volta da árvore de Natal, que estava sempre a piscar.

Todos estavam muito ansiosos pela chegada do Pai Natal.  
- Quando é que chega o Pai Natal? - Perguntava a Catarina, muito entusiasmada. 
- Ainda não está na hora do Pai Natal chegar! - Exclamava a Maria, também um pouco ansiosa.
O tempo passou, passou e as horas foram voando, até que todos estavam a andar de um lado para o outro, à espera do Pai Natal. 
- Que seca! Quando é que ele chega!? - Perguntou Bia, já farta de esperar. 
Até que se ouviu um som, um pouco estranho:
- Ho, ho, ho!!! – Anunciou uma voz grossa. - Eu sou o Pai Natal!!! – Gritou alto e bom som. 
- Hey é o Pai Natal! - Anunciaram o João e o Vasco, muito contentes pela sua chegada.
Na chaminé estava o Pai Natal, cheio de prendas no seu grande e vermelho saco dos presentes.
- Ora bem, este presente é para ti! E este é para ti! - Disse o Pai Natal, muito divertido, distribuindo os presentes por todos. 
Antes de irem dormir todos brincaram com os seus presentes de Natal. A Catarina ficou contente porque recebeu um novo livro. A Bia porque recebeu uma caixa de maquilhagem e o João e o Vasco receberam material escolar. 


Joana Filipa

O Pai Natal e a Rena


Era uma vez um Pai Natal e a sua amiga Rena. Eles trabalhavam muito, principalmente no Natal:
- Chegou o dia! - disse o Pai Natal ansioso por trabalhar. - Rena! Oh Rena!
O Pai Natal chamava e chamava mas nada, a rena não vinha. O Pai Natal preocupado foi ao quarto dela e disse:
- Rena, porque não vens? Já só faltam 4 dias!
- Não vê Pai Natal? Hoje não vou poder trabalhar. - Disse a Rena, muito abatida. - Estou doente.
- Mas, mas assim eu não vou conseguir entregar a tempo as prendas. Estão a vir cartas de todo o Mundo. De hora a hora, de minuto a minuto.
- Lamento muito Pai Natal! - disse a Rena.
Passado 4 dias, no dia 25 à noite ouviu-se alguém a andar. Era a rena já curada:
- Onde esta o Pai Natal?
Passa por lá um duende e diz:
- O Pai Natal já foi distribuir os presentes.

A rena estava com um sorriso na cara, à espera que o pai natal viesse.

Duarte Oliveira

Uma oficina trabalhadora

Era uma vez uma fábrica muito, mas mesmo muito atarefada. Trabalhava de dia até à noite, durante o ano inteiro.
            No dia 17 de dezembro chegou o carteiro com sacos cheinhos de cartas.
- Bom dia, carteiro! - disse a rena Nicolau. - Vejo que está muito atarefado!
- Na verdade são todas para o Pai Natal, exceto uma que é para o duende trabalhador.
O Pai Natal senta-se na sua cadeira. E começa a abrir as cartas.
A rena Nicolau vai a entregar a carta ao duende trabalhador. Quando observa a fábrica, vê tudo a dormir, menos o pobre coitado duende trabalhador.
Já só faltavam 8 dias para o Natal e estava tudo por fazer.
- Pai Nataaal!!! – diz a rena Nicolau aos berros. – Rápido! Rápido!
Quando o Pai Natal chegou, ficou boquiaberto e para os ajudar foi chamar as outras renas: a Rita, a Beta, a Tic Tac, a Carlota e a Titi. Assim já tinham mais cinco ajudantes.
Puseram as mãos à obra. O duende era o responsável pelos brinquedos, a Carlota das caixas, a Beta para os embrulhos, a Nicolau dos laços, a Tic Tac punha os presentes nos sacos, a Titi e a Rita no trenó e o Pai Natal era o responsável pelo o que as crianças pedem.
(Passaram 8 dias)
- Já está tudo pronto?- perguntou Rita.
- Bem, na verdade, já estava tudo pronto, já iam descolar, mas antes disso o Pai Natal ofereceu uma prenda a cada rena e a todos os duendes dorminhocos. A prenda era irem todos no ternó e gritarem:
- Ho! Ho! Ho! Feliz Natal!
- Ah! Já me estava a esquecer de entregar a carta ao duende trabalhador!
- De quem é?- perguntou o duende trabalhador.
- Com mil macacos! É do Pai Natal!
E diz assim:
“Querido duende, foste eleito o melhor duende do mundo! Muitos parabéns! Já é a tua terceira prenda de Natal!

Feliz Natal! :)

Mariana Lia Andrés

O esquecimento das cartas

Dezembro chegou e o carteiro não sabia o que ia fazer com tantas cartas para o Pai Natal, então pensou:
- Vou até á casa do Pai Natal e pergunto-lhe se precisa de ajuda.
E lá foi ele com os seus sacos cheios de cartas. Trim, trim, trim.
- Está alguém em casa? Perguntou o carteiro.
- Olá senhor carteiro, estava a ficar preocupada, pensava que este ano não tínhamos cartas. -disse a Rodolfa.
Rodolfa leva as cartas para a secretária do Pai Natal.
- Pai Natal! Pai Natal! Já temos as cartas!
- As cartas? Que cartas?- perguntou o Pai Natal.
- As cartas deste ano, os pedidos dos meninos.
- Àhhh! Então vamos começar imediatamente a trabalhar.
E dirigiram-se à fábrica do Pai Natal, trabalharam dia e noite sem parar para conseguir realizar os pedidos das crianças.
Faltavam 5 minutos para a noite de natal e o Pai Natal arrancou no seu trenó e conseguiu fazer as crianças todas felizes.

João Miguel

Um dia perfeito de Natal

Era inverno e o Pai Natal estava muito atarefado. Tinha milhares e  milhares de cartas e presentes para preparar.

Havia um menino, que estava ansioso pelo Natal, chamado João. Ele  adorava o Natal pois 
recebia tudo o que queria.
O Pai Natal tinha uma graaande ajuda, era a rena Risquinhas. Faltavam muitos poucos dias 
para o Natal, e o Pai Natal e a Rena  Risquinhas só tinham preparado 19 presentes.
Aquele menino dizia sempre em todos os Natais:
- Merry Christmas, mother and father! O Pai Natal está quase a chegar!
Finalmente o Pai Natal estava quase a acabar de embrulhar as  prendas todas, já faltavam 4 presentes. A Risquinhas já tinha embrulhado as prendas do João.
O Pai Natal ia para o trenó, quando a Risquinhas, de muito cansada que estava, caiu para o  chão. O Pai Natal correu para a socorrer e pediu aos anões que a levassem até ao trenó. - Venham, venham! - Dizia o Pai Natal preocupado. Depois de a porem no trenó foram entregar as prendas às crianças de todo o Mundo. Durante a viagem a rena Risquinhas ia ficando cada vez melhor, com a alegria que via na cara das crianças.
Soraia
O Pai Natal trabalhador e a Rena preguiçosa
Faltavam 24 dias para o Natal e o Pai Natal trabalhava, trabalhava sem parar e a sua rena estava a dormir um soneca. O Pai Natal virou-se para a rena e disse:
- Acorda, rena, acorda! Temos de abrir as cartas e prepara-las!
- Oh Pai Natal descansa! Sabes o que é que eu faço? - exclamou a Rena preguiçosa.
- Sim, sei tu deixas tudo para a última da hora e não podemos fazer isso. 
- Pai Natal, Pai Natal segue o meu exemplo.
- Não sigo nada! Levanta-te e vamos trabalhar!
Mas a rena não ligou ao Pai Natal, ele é que fazia tudo até que chegou o dia de Natal. O Pai Natal pronto para ir embora recebeu uma carta atrasada, que era da Rena. O Pai Natal disse:
- Então, não quiseste ajudar e mas queres uma prenda!?!
- Sim Pai Natal eu quero! Peço desculpa!
O Pai Natal desculpou a Rena e foram andando.
E assim foi um dia de Natal muito divertido e trabalhador.
Beatriz Silva
Uma grande partida
Uma menina pequenina, com cinco ou seis anos nunca tinha escrito ao Pai Natal. No momento que ia escrever a carta desejou pouca coisa, felicidade e alegria, para si e para a família.
Era uma menina diferente das outras, não pedia jogos, nem coisas dessas.
Essa menina já conhecia a rena Rodolfa há muito, muito, muito, muito tempo, eram verdadeiras amigas. Passado cinco dias, doze horas, trinta e três minutos e quarenta e oito segundos, a menina já estava a desesperar porque nunca mais chegava o Natal.
Quando a Maria (era o seu nome) repara nas horas e no dia , vê que é dia de Natal e de repente ouve a campainha a tocar, triiiim, triiiim.
Era a rena Rodolfa e a Maria disse:
- Para quem é esse saco grande e cheio?! – pergunta a Maria espantada com o tamanho do saco.
- É para ti, aqui está a tua alegria e felicidade.
Quando a Maria abre o saco assusta-se e vê dentro dele o Pai Natal e interroga-lhe :
- Pai Natal, o que fazes tu aqui?
- Foi a rena Rodolfa que me mandou vir, disse que eu simbolizo a alegria e a felicidade.
Depois de um longo diálogo a Maria notou que uma haste de rena estava dentro da lareira, era a Rodolfa que estava a escutar a conversa e a Maria proferiu:
- Rodolfa podes sair, já te vi, pregaste-me uma grande partida.
- Lá na fábrica dos duendes dizem que eu sou a rainha das partidas, gaba-se Rodolfa.
Marta Pereira

sábado, 7 de dezembro de 2013

Visita de Estudo ao Paço dos Duques de Bragança e Castelo de Guimarães

Oláá Queridos Amigos!!! :D
Temos andado com muito trabalho, uma vez que estamos a chegar ao fim do 1.º período. Por isso não temos atualizado o nosso blogue com tanta frequência. Mesmo assim, aqui estamos para partilhar convosco as nossas mais recentes aventuras e desafios. :)
Desta vez, vamos partilhar convosco a nossa visita ao Castelo de Guimarães e ao Paço dos Duques de Bragança. Ambos os monumentos ficam na linda cidade de Guimarães e têm uma história maravilhosa para nos contar. Da visita feita recolhemos várias informações e curiosidades que não conhecíamos. Esta proporcionou-nos grandes aprendizagens. São essas mesmas aprendizagens que partilhamos agora convosco, a partir de um texto construído pela Marta Pereira. Este texto foi selecionado para representar toda a turma. A acompanha-lo estarão algumas fotografias, que nós fomos tirando, para, um dia mais tarde, revermos as nossas aventuras.

Visita de Estudo ao Paço dos Duques de Bragança e ao Castelo de Guimarães

Dia 21 de novembro de 2013 fomos ao Castelo de Guimarães e ao Paço dos Duques. Descobri que o Paço dos Duques era bastante diferente dos outros palácios, normalmente os palácios costumam ter duas ou três chaminés e o Paço dos Duques tem trinta e nove chaminés.
Nos palácios normalmente deitavam as necessidades pela janela gritando: “Água vai, água vai, água vai” para as pessoas que estivessem debaixo da janela terem cuidado e no Paço dos Duques faziam no chão e com a água que escorria do telhado, uma parte lavava as necessidades.
De seguida fomos à sala de jantar onde também descobri coisas bastante interessantes. Antes comiam com as mãos e limpavam-nas aos cães ou os cães lambiam -lhes as mãos, por assim dizer, os cães eram os guardanapos dos Reis.
Antigamente a bebida favorita da realeza era vinho com mel e como o mel era pesado, vinha para o fundo do copo por isso bebiam numa espécie de caneca e mantinham a bebida quente e o mel não ia ao fundo tão depressa.
Antigamente não havia pratos e comia-se no miolo do pão.
Depois passamos à sala das armas, lá havia espadas com duzentos, trezentos, quatrocentos, quinhentos e seiscentos anos.
Soube que quando se usa só a cota de malha tem-se mais mobilidade, mas esta não protege tão bem, se usar a armadura não é rápido mas está melhor protegido e se usar os dois estás muito bem protegido mas é muito pesado e torna o cavaleiro lento.
Vi lá esporas de ouro e uma espada de 60 kg, mas só servia para meter medo.
Por fim fomos ao quarto da D. Constança, onde está a pintura da mulher que levou os garfos e o chá para a Inglaterra, D. Catarina.

Curiosidade: D. Catarina levou o chá para Inglaterra e o chá, lá, chamava-se “ Tea” porque D. Constança era amiga do povo e oferecia chá, não sabia falar muito bem inglês por isso dizia: “para ti”, assim se chama chá em inglês “Tea”.
Adorei conhecer uma parte de Guimarães.

Marta Pereira
4º ano- T 9
 Enquanto esperavamos para entrar no Paço dos Duques...



As nossas pesquisas e recolhas de informação...



Mnham Mnham...a hora do lanche...;)



E por fim, uma foto de grupo =)*

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O meu sonho desde pequeno(a)

Olá amigos :) !!
Hoje analisamos o primeiro de uma série de textos que iremos criar em torno de temas propostos por nós, diariamente.
Assim, o tema de hoje, escolhido pela Marta, foi "O meu sonho desde pequeno(a)".
Depois de revistos os nossos textos, trabalhamos o texto do Vasco Gonçalves.
Aqui vos deixamos uma maravilhosa aventura....


O meu sonho desde pequenino

O meu sonho desde pequenino tem uma história muito longa e divertida.
Bem, no dia três de agosto de dois mil e quatro, foi um dia mágico para os meus pais, pois foi quando eu nasci.
 Chegamos a casa e eles deitaram-me no berço, pois já era muito tarde.
Já deitado no meu pequeno cantinho, decorado com astronautas, fechei os meus lindos olhos azuis e comecei a ter um sonho espetacular e muito imaginativo. Sonhei que estava numa nave espacial e que era um dos primeiros astronautas a chegar à lua.
Eu e os meus companheiros ficamos cheios de medo, porque não sabíamos o que ia acontecer.
Mas, de repente, colocamos o primeiro pé na lua, começamos a saltar em câmara lenta, por ela fora, explorando o seu ambiente. A lua é grande, luminosa e parece-se com uma bola de queijo.
Como a viagem foi um enorme sucesso e conseguimos chegar sãos e salvos, tornei-me uma pessoa famosa.
Quando acordei, fiquei a pensar se algum dia este sonho se irá realizar, uma vez que é o meu maior desejo.


Texto realizado por Vasco Gonçalves e revisto pela turma 9 do 4º ano – EB1 de Nogueira

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O Verão

O nosso amigo António não escreveu um poema, mas sim um texto sobre o Verão...Aqui fica, para se deliciarem!!:)


O VERÃO



     O verão é uma estação do ano que começa no dia vinte um de junho e acaba no dia vinte de setembro.
     No verão os dias são quentes e grandes e há muito sol. Os jardins estão mais floridos e os campos verdejantes. 
     O verão é tempo de brincadeiras e de férias. No verão, em muitas aldeias, realizam-se as festas populares anuais.
     Eu gosto muito do verão porque vou sempre passar férias para a aldeia e divirto-me muito.


António Carlos

domingo, 27 de outubro de 2013

Poemas sobre as estações do ano

Para dar continuidade ao nosso trabalho sobre as estações do ano, cada um criou um poema sobre as mesmas.
Deixamos-vos agora alguns deles, para que se possam maravilhar com estas palavras mágicas...


VERÃO

No verão, há um sol radiante,
A praia cheia de pessoas
Que mar tão,
Abundante.

No verão,
Há o S. João
24 de junho, 24 de junho
Está uma grande confusão.

No verão, vamos passear
Comer melancia, melão
E vamos observar
O lindo e azul mar.

No verão, vamos de férias
Passear, acampar
O sol bonito
Vai-nos acompanhar.

Eduarda Santinha




O verão

No verão há sempre calor que
os habitantes compram gelados.
O João com muito rigor mandou
todos estarem calados.

Na cidade as crianças vão para a rua
gostam de brincar,
quando chega a tarde um delicioso
gelado vão saborear.

Rodrigo Carvalho




Poema sobre o verão

O verão é a estação
Em que se vai brincar
E divertir,
vai-se jogar e animar.
No verão vamos para a
piscina, vamos apanhar
banhos de sol e não
vamos usar cachecol.


Beatriz Silva




As quatro estações

Na primavera há lindas flores
também há insectos,
como as borboletas
as suas asas têm muitas cores.

O verão é a minha estação preferida
é quando comemoro o meu aniversário.
Para ficar moreno
não é preciso ir ao solário!

No outono há vento a soprar
já não há pássaros a cantar.
Mas há castanhas assadas ou cozidas
e folhas castanhas, amarelas ou vermelhas caídas.

No inverno acendem-se as lareiras
vestimos gorro, cachecol e luvas.
Em Trás-os-Montes mata-se o porco
e comem-se umas belas alheiras!

Mafalda Carolina




O outono

Chegou o outono
O vento a soprar
No meu jardim
As folhas já estão a voar;

As castanhas, aí que cheirinho
Muito bem perfuma o ar
Eu gosto delas bem quentinhas
Mas tenho cuidado para não me queimar.

João Miguel Alves




Outono

No outono,
fazem-se as vindimas.
Neste poema,
há muitas rimas.

Nesta estação,
faz-se o magusto,
vou receber um cão
que se chama Augusto.

Os frutos de outono
são especiais,
eu gosto de todos
e de muitos mais.

No magusto,
as pessoas ficam engraçadas.
Bebem vinho
E comem castanhas assadas.

Vasco Gonçalves


As estações do ano

Primavera, verão, outono e inverno
São as quatro estações
Cada uma mais bela
Mas com diferentes sensações.

A primavera é desabrochar,
É perfume e arco íris
Passarinhos no céu a chilrear
E a luz do sol a brilhar.

O verão cheira a praia e mar
Muitas férias finalmente
Os meninos na rua a brincar
dias de calor ardente.

O outono tem magia
Caiem folhas, vem a chuva e o vento
As uvas e as castanhas são alegria
O verão de São Martinho dá alento.

Com a neve e o frio do inverno
Anda tudo a tremer
Mas logo vem o natal
Para os corações aquecer.



Maria Sousa


No ano há quatro estações
Todas elas importantes 
No verão vestimos calções

E brilha o sol escaldante 



No verão as aulas acabam 
E começa a brincadeira
Fico com saudades dos amigos
Que guardo a vida inteira

Duarte Oliveira

Primavera


Na primavera,
lá vai a vendedeira a passar
convencendo os seus clientes
só a cantar.

Com um avental ás flores,
vende fruto encarnado e legume verdinho
também há muitas outras cores
e leva-as a todas no seu carrinho!

Mariana Lia


As quatro estações do ano

Na primavera
Há pássaros a chilrear,
Crianças no parque
A ouvi-los cantar

Pois também há
Flores coloridas
Insetos no ar
E muitas formigas

Já está a acabar
Esta estação
Pois vem aí o verão
Com o S. João

Tiramos o biquíni
Do nosso armário
Para ir à praia
Com um belo vestuário

Pois no verão
Vê-se muita gente bronzeada,
E está ali o nadador salvador
Para salvar a gente afogada

As crianças a procurar conchas,
Conchas de várias cores
Algumas a procurar sereias
Porque ouvem lendas e rumores

E quando chega o outono
As folhas todas no chão
Castanhas, amarelas, vermelhas,
Que grande confusão

Vem as chuvas e os ventos
As folhas a cair
E os calções a dizer:
-Já não é a minha estação, temos de ir

Agora o outono
Está quase a acabar
Não vou ter saudades
Mas tudo vai piorar

E agora com o inverno
Vem a chuva, a trovoada
É uma estação que não gosto
Mas não posso fazer nada

No inverno
Se vestir cachecol e luvas não há mal
Fico toda bonita
Para passar o Natal
Marta Pereira



Poema das Estações do Ano 

No inverno faço anos,
É 28 de Janeiro.
Mas as prendas vão pelos canos,
E o meu primo faz em Fevereiro.

No Outono eu estou de cachecol
Pois o vento voltou.
E desapareceu o nosso lindo sol
Como a terra voou.

No verão estou de curta
Pois só há diversão.
O calor é o que há mais, e come-se a truta
E as pessoas só falam com a mão.

Na primavera está um cheirinho
Pois nessa estação só a flor.
À tarde deito-me num cantinho
da árvore do amor.


Mateus Tavares


A primavera 

Na primavera
rumo às lindas
e cheirosas montanhas .
cobertas de lindas flores
de todas as cores .

La vou eu com
um cesto na mão
já pronta para colher
fantásticas tulipas, margaridas
rosas e muitas mais flores.

Quando de repente oiço a mãe natureza
a cantar uma calma canção e ao seu
ritmo abanava a cabeça e deitava-me
em cima das montanhas a aproveitar
aquela maravilhosa canção e aquele
clima natural !!!!!! :)


Joana Filipa


Estações do ano


No inverno é muito frio.
Muito calor no verão.
O chão fica escorregadio.
E as crianças caem no chão.

Eu gosto é do verão.
Tem muito sol a brilhar.
Vamos todos para a praia.
Jogar a bola e brincar.

João Paulo

No verão,
Que grande calor,
Para se proteger.
Usam um chapéu de cor.

Também no verão
As pessoas vão á paia
Pois é divertida
E no mar vive uma raia.

No inverno.
Que frio.
Caem flocos.
E agora ninguém vai ao rio.

No inverno
Há o Natal
Que o Jesus
É muito sentimental!

João Brito

As estações


Para o ano ser completo 

É preciso ver passar 
As quatro estações do ano 
Que toda a gente vai adorar 

Em março chega a primavera 
Que é a rainha das estações 
Cheia de força e frescura 
Enche tudo de flores 

E depois vai aumentando 
O calor sem parar 
É o verão que chega cantando 
- Vai, vai depressa até ao mar! 

É no final de setembro 
Com muita chuva e ventania 
Que chega o senhor outono 
E as castanhas que nos dão alegria! 

O inverno, o meu preferido 
É o último a chegar 
Pois é o mês de Natal 
E prendas vão me dar!

Henrique Talina


Na primavera
há passarinhos
quando os vejo digo logo:
-Que fofinhos!

No verão
o sol é quente,
vejo o mar
sempre á minha frente.

No outono
as folhas são de muitas cores,
parece que estamos na primavera,
será que são flores!

No inverno
há muirta chuva,
quem me dera que nesse tempo
houvesse uva.

Soraia 

"A vendedeira das quatro estações" in Versos de Cacaracá de António Couto Viana

Amigos, esta semana, com a ajuda das nossas professoras estagiárias, começamos o estudo da obra "Versos de Cacaracá", de António Couto Viana. Dela trabalhamos o poema "A vendedeira das quatro estações". Gostamos imenso deste poema e por isso, em grande grupo, transformamo-lo num texto narrativo.  Esperamos que se divirtam com a leitura.

A vendedeira das quatro estações

Num belo dia de primavera, a vendedeira Justina dirigiu-se ao seu pomar e à sua horta para colher belos frutos encarnados e maduros, legumes viçosos e verdes.
De seguida foi para o mercado, que se situava no centro da cidade, para vender os seus deliciosos produtos da época.
Com o seu vozeirão, anunciou a todos a sua cantilena:
- Comprem que é tudo do vosso agrado. Fazem bem à saúde e dão vida aos vossos olhos. – Proferiu Justina.
Os clientes motivados por este brado dirigiram-se ao seu carro, criando uma grande multidão.
O tempo foi passando, e de repente já era verão. Os raios de sol, cada vez mais fortes, fizeram com que a vendedeira colocasse o seu doirado chapéu de palha, protegendo a sua face.
Para convencer os clientes colheu os mais frescos e sumarentos tomates, melões, damascos e beringelas. Estes eram ótimos para as refeições.
Os habitantes da cidade, como queriam matar a sua sede, rapidamente se amontoaram em frente do carrinho da vendedeira Justina. Ela, quando se apercebeu da situação, ficou muito espantada e alegre, pois todos estavam maravilhados com os aromas dos seus frutos.
O carrinho de mão da D. Justina tinha uma agradável aparência. As suas vigorosas cores eram suaves como o vento. Estava enfeitado com umas lindas flores e um grande tolde a proteger os produtos.
Quando o outono bateu à porta a D. Justina foi pôr o seu xailinho prático para não sofrer de reumatismo. Voltou ao seu pomar para colher maçãs, peras, ameixas e uvas pretas. Do seu campo trouxe milho para assar.
De volta ao seu carrinho, apregoou as boas novas:
- “Quem comer fruta todos os dias não precisa do doutor!”
Com os dias menores surgiu o inverno, a chuva e a neve. O sol ficou mais fraco e a vendedeira mudou o seu vestuário. Passou a vestir cachecol, barrete e botas quentes e grossas.
No seu carrinho havia laranjas, limões e tangerinas, acompanhados pelas couves, castanhas e ervilhas.
Para os seus clientes não ficarem engripados recomendou-lhes beber e comer vitaminas.
E assim terminou e recomeçou a sua jornada de trabalho pelas estações do ano.

Turma 9 – 4.º ano – Escola Básica do Barreiro – Nogueira, Braga